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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Clube das Chaves- No Trilho Dourado

A aluna Carolina Salvador da turma B do 6º ano leu o livro "Clube das chaves- No trilho dourado" e realizou o seguinte trabalho no âmbito do Contrato de Leitura.

domingo, 14 de junho de 2009

O Rei vai nu- contrato de leitura

O aluno Raul Manuel, nº 19 do 6º C, no âmbito do contrato de leitura realizou o seguinte trabalho.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Resumo do conto "A rapariga limpa, o rapaz sujo"


Diapositivo 8
O aluno Miguel Medeiros, n.º 17, do 5º B resumiu o conto "A rapariga limpa, o rapaz sujo" da obra "Tudo ao Contrário" de Luísa Ducla Soares.

Era uma vez uma rapariga limpa que só se vestia de branco e se tapava com um plástico transparente para não lhe cair em cima um grãozinho de pó. Era uma vez um rapaz tão sujo que ninguém sabia a cor da sua roupa, pois estava cheia de nódoas.

A rapariga limpa lavava os dentes antes de jantar para não sujar a comida e o rapaz sujo usava a escova dos dentes para pintar os sapatos de lama. Ela tinha um peixe como animal de estimação e ele tinha um porco como amigo. A menina gostava de brincar com bolinhas de sabão e o menino gostava de jogar ao berlinde com caganitas de coelho.

A rapariga limpa quando cresceu foi trabalhar para uma lavandaria e o rapaz sujo foi trabalhar com a camioneta do lixo.

Um dia, o rapaz sujo, ao pegar no caixote do lixo da lavandaria, viu a rapariga limpa e ficou apaixonado e declarou-se.

Ela calçou as luvas e atirou-o para dentro da máquina de lavar. Tinha tanta porcaria que ainda não saiu de lá.


terça-feira, 28 de abril de 2009

O Velho e os Pássaros

O Luís Caetano do 6º B leu, no âmbito do contrato de Leitura, a obra " O Velho e os Pássaros" de António Mota. Aqui fica o trabalho do Luís.

terça-feira, 21 de abril de 2009

O aluno António Lopes, do 6ºB, leu o livro " 8 cartas de Macau". Aqui fica o seu trabalho.

guião de leitura - As 8 cartas de Macau- António

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O manuscrito misterioso

O aluno João Duarte, nº 17, do 6ºB, leu o livro "O Manuscrito Misterioso", no âmbito do contrato de leitura. Aqui fica o trabalho do João.

manuscrito misterioso- joão

quarta-feira, 15 de abril de 2009

ANNE FRANK

O António Lopes do 6º B, no âmbito do contrato de leitura, leu a obra Anne Frank. Aqui fica o trabalho realizado por este aluno.


Anne Frank- António

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

A Letralândia


A nossa amiguinha Raluca Bótis do 6º B escreveu este texto, que eu achei muito imaginativo e, depois de lhe pedir autorização, resolvi partilhá-lho convosco.

Uma vez, em Letralândia, construiu-se um letrapalácio, feito de letras é claro! O telhado do palácio era feito com a forma de um “V” virado ao contrário. Os muros eram feitos de “Us”, as portas de “Ds” e as janelas de “Cs”.
A rainha que o governava chamava-se Erarrira. Erarrira era muito bonita e tinha o cabelo ondulado como as curvas do “S”.
A vida no palácio e no reino corria muito bem até ao dia em que o reino vizinho decidiu roubar as letras do palácio para fazer um texto. Nunca se percebeu muito bem para que é que eles queriam fazer um texto se eles eram números e só faziam contas!!!! O reino vizinho era o reino Numeral e era governado pelo rei Dez décimas. Quando o rei Dez décimas invadiu, com o seu exército de números decimais, o reino da Letralândia tudo ficou em crise e resultou uma grande confusão. As letras trocaram-se, por exemplo o “R” do rato transformou-se em “G” e virou o seu pior inimigo- o gato. O “G” do senhor elegante transformou-se em “F” e ficou um elefante. Enfim… ficou tudo trocado.
Mas, certo dia, apareceu um forte senhor chamado Acentuado que foi ajudar o reino da Letralândia. Reuniu alguns indivíduos do reino fortaleceu-os com os seus acentos e comandando-as conseguiu vencer o reino Numeral e o seu terrível rei Dez Décimas.
O reino Numeral nunca mais se atreveu a invadir o reino da Letralândia reinado pela sua gentil rainha Erarrira. O melhor é que as palavras começaram a ter acentos, porque a rainha Erarrira casou com o senhor Acentuado e formaram palavras novas.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

No âmbito do contrato de leitura, nossa amiguinha Rosa Palma, número 23 do 6ºB leu a obra "Graças e desgraças na corte de El-Rei Tadinho" de Alice Vieira


Indicações bibliográficas da obra:


Título - "Graças e desgraças da corte de El-Rei Tadinho”
Autora - Alice Vieira
Ilustradora - Teresa Dias Coelho
Colecção - “Obras de Alice Vieira”
Número de edição - 15º
Editora – Caminho

Indicações biográficas da autora


Nome da autora - Alice Vieira
Ano de nascimento – 1943
Local de nascimento – Lisboa
Profissão - Escritora e Jornalista
Algumas obras da autora – “Rosa, minha irmã Rosa”; “A espada do rei Afonso”; “Águas de Verão”; “Paulina ao piano”; “A lua não esta à venda”; “Caderno de Agosto”; “Se perguntarem por mim digam que voei”...

Resumo da obra



Era uma vez um rei que se chamava Tadinho. Certo dia, apareceu, no castelo, o Dragão do reino a reclamar porque el-rei Tadinho tinha dito que quem o matasse podia casar com a princesa, sua filha. El-rei Tadinho, sem saber o que se passava, chamou o conselheiro. Este disse que tinha sido ele a dizer isso. O dragão ficou muito ofendido e pediu uma compensação. Então o rei disse que o dragão podia casar com a sua filha. O dragão, todo contente, disse que passado uma semana iria voltar para reclamar a sua noiva.
Depois de o dragão se ter ido embora, o rei lembrou-se que era solteiro e que não tinha filhas. El-rei Tadinho aflito mandou chamar a bruxa para lhe dar uma ajudinha. A bruxa pensou, pensou, pensou… e disse que no dia do casamento iria aparecer e iria ler um discurso onde pediria desculpa pela situação. O rei, sem outra alternativa, aceitou.
Finalmente chegou o grande dia e a bruxa apareceu com o discurso onde incluía palavras que a bruxa não conhecia, palavras difíceis, inglesas e algumas que até nem sequer existiam. Mas quando o dragão chegou e olhou para a bruxa levou-a pensando que era a filha do rei. Ou seja o reino agora não tinha bruxa. O rei mandou chamar o conselheiro para pôr um anúncio no jornal.
Passaram-se dois anos a ler cartas com as respostas de bruxas ao anúncio, das quais só foram aprovadas cinco. El-rei Tadinho atendeu quatro e não gostou de nenhuma. Só ficou a faltar uma bruxa, mas El-rei deixou-a para o dia seguinte.
Ao acordar, o rei sentia-se estranho. Mandou chamar a quinta bruxa, que se chamava Riquezas-sua-avó, na esperança que ela o curasse. Riquezas observou o rei e disse que devia ser algum fusível queimado. Desenroscou-lhe a cabeça, mexeu na massa cinzenta, ligou uns fios e voltou a pôr a cabeça em cima do pescoço do rei. O rei estava como novo e a bruxa Riquezas estava contratada.
Passado algum tempo o rei casou-se com ela e tiveram muitos filhos.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

A Raluca, nº 22, do 6º B, leu o livro "Não confio a ninguém os meus segredos", no âmbito do contrato de leitura.


O livro que eu li chama-se “Não confio a ninguém os meus segredos”e foi escrito por Jacqueline Wilison. Este livro, conta a história de duas adolescentes com famílias totalmente diferentes que se conhecem na escola.





Nome: Jacqueline Wilison
Data de nascimento: 17 de Dezembro 1945
Local de nascimento: Beth (Britânia)
Profissão: Editora, jornalista D.C
Algumas obras: “Quero ser uma vedeta famosa”, “Um anjo chamado Vicky”, “Uma Miúda Ousada", “Miúdas à beira de um ataque de nervos”, “Gosto de sair à noite” e “Miúdas Apaixonadas”





Resumo

Não confio a ninguém os meus segredos



Duas adolescentes com vidas totalmente diferentes partilham o mesmo desejo de ultrapassar a solidão e esquecer a família que têm. No caso de Índia o dinheiro não lhe falta, mas tem uma família insuportável - o pai que está diferente e a mãe louca por moda. Quanto a Tresaure vive numa casa simples com a avó, que adora, embora esteja com medo que a mãe a venha buscar para viver com o seu terrível padrasto, o Terry.
A Tesaure imaginou cruéis torturas para o Terry e escreveu-as no seu “Caderno de Torturas para o Terry”, mas a sua meia-irmã, a Bethani, descobriu e foi contar ao seu pai. Ele ficou tão furioso que tirou o cinto e bateu-lhe, fazendo-lhe um golpe na testa. A sua avó não ficou indiferente e levou Tesaure para ir viver, em sua casa, com a sua filha Loretta e a sua neta Patssy.
É, então, que Tesaure conheceu Índia, uma jovem muito rica, cuja mãe era a famosa estilista Maya Umpton, mas o seu pai que não lhe ligava nenhuma.
Um dia, os pais da Tesaure queriam levá-la para casa. Ela teve de passar o dia todo fora para não a encontrarem. Porém, os pais conseguiram encontrá-la, mas ela fugiu e recorreu à sua amiga Índia que a abrigou no sótão e deu-lhe tudo o que precisava, sem que ninguém desconfiasse. Ela até apareceu nas notícias. Os pais ofereciam recompensa a quem a encontrasse. A polícia acusou o Michel Trapalhão de a ter assassinado.
A Índia prometeu a Tesaure que diria à sua avó que ela estava bem. Mas não conseguiu dizer-lhe, porque a rua estava cheia de polícias. Um dia, a Índia comprou vários presentes, mas quando a Índia chegou ao sótão estava tudo escuro e pensou que a Tesaure tinha ido embora. Mas ela estava lá só que muito encolhidinha. A Índia acabou por ficar com a Tesaure no sótão e desenharam as pessoas mais especiais na parede. A Índia acabou por adormecer com ela.
No dia seguinte, a avó da Tesaure, foi a escola perguntar à Índia onde é que a sua neta estava. A Índia acabou por lhe contar e ambas foram vê-la. A Tesaure ficou muito contente por ver a sua avó. Ela, inicialmente, não queria ir para casa, mas acabou por aceitar.
A Tesaure, a Loretta, a Patssy e a avó da Tesaure viveram felizes na sua casa. A mãe da Tesaure e o Terry ficaram em sua casa, e de vez em quando iam visitar a Tesaure.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

A Noite dos Animais Inventados

No âmbito do contrato de leitura o Afonso Domingues, nº1, do 6ºB leu a obra "A Noite dos Animais Inventados" de David Machado.



A Noite dos Animais Inventados



Era de noite e Jonas não conseguia dormir. Ao seu lado dormiam Jeremias, Jacinto e Jaime, seus irmãos.
Jonas sentia arrepios nas costas porque o quarto estava escuro, via sombras em todo o lado e o silêncio era muito. Tapou a cabeça e tentou pensar em coisas boas, pensou nos berlindes coloridos, barcos à vela, na história da “Corrida dos Carros mais louca do Mundo” e na Quinta da avó. Dentro da quinta da avó, imaginava-a a cozer uma manta, o avô tirando o leite da vaca e as galinhas a correr.
Quando pensou nas galinhas sorriu, pensou como era bom ter ali uma galinha para não ter medo. Inventou uma galinha e o seu medo desfez-se em papelinhos de muitas cores e Jonas tapou a cabeça. A sua galinha usava a madeira da cama como poleiro e olhava-o fascinada, parecia real e Jonas gatinhou em cima da manda devagar para não espantar a galinha, fez-lhe uma festa nas penas.
A galinha cacarejou e acordou Jeremias. Este perguntou ao irmão, o que estava a fazer e Jonas contou-lhe. Jeremias viu a galinha e disse a Jonas que quando não tinha sono inventava leopardos. Jonas achou perigoso mas Jeremias disse-lhe que este leopardo era amigo e inventou um para o irmão ver.
Passado alguns segundos o leopardo apareceu e depois viu a galinha, saltou da cama de Jeremias para a cama de Jonas a trás da galinha, mas ela começou a voar.
Com este barulho acordaram os gémeos, Jacinto e Jaime. Jacinto viu a galinha e Jaime o leopardo e decidiram competir para ver quem era o mais imaginativo.
Enfiaram-se nos lençóis, Jacinto inventou uma avestruz e Jaime um camelo, a avestruz assustou-se e enfiou a cabeça num chinelo e o camelo comeu a alcatifa. Jonas queria acender a luz mas os gémeos não deixaram e enfiaram-se na manta. Quando saíram apareceram muitos pirilampos. Jeremias teve pena da galinha fugitiva e meteu-se na manta.
Quando saiu havia um elefante na sua cama e a galinha voou para cima da tromba dele e o leopardo já não a apanhou. Jonas estava contente e voltou a imaginar, desta vez inventou uma tartaruga enquanto que os gémeos imaginaram uma matilha de lobos.
O tempo foi passando e já era quase manhã, havia um tigre, morcegos, uma borboleta, um urso, uma vaca, um casal de porcos, um cão, um gato e ratos. Era uma confusão, havia ainda lagartixas, bichos-de-conta, formigas, papagaios.
Jaime e Jacinto disputavam, Jacinto criou uma zebra e os gémeos criaram um pónei, um rinoceronte, um pavão e uma girafa. Jaime decidiu inventar o melhor animal, colossal dinossauro grande, que enchia o quarto. Jaime tentou fazê-lo desaparecer mas não conseguiu.
Neste momento o sol nasceu e as crianças não sabiam que fazer, antes de o pai e a mãe chegarem. Mas Jonas teve uma ideia, criar uma floresta para meter os bichos e todos começaram a imaginar.
Depois da floresta imaginaram criaram um comboio e uma estação no quarto. Como já não havia mais espaço a estação ficou no armário, tinha carruagens e maquinista.
Jonas agradeceu a companhia e quando a mãe e o pai apareceram para os acordar desapareceu a última carruagem.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

O Tesouro dos Maruxinhos

O nosso colega Raúl Manuel Inácio do 6ºC, tal como outros colegas, apresentou desta forma o seu livro lido no âmbito do contrato de leitura.(tinha música a acompanhar, só que eu não sei colocar, sorry!!!!)

Contrato Leitura 1ºPp
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

A Árvore

A aluna Cristiana Costa, nº 9, do 6ºB, no âmbito do contrato de leitura, leu a obra "A Árvore" de Sophia de Mello Breyner Andresen.




Indicações bibliográficas da obra



Título- “A Árvore”
Autora- Sophia de Mello Breyner Andresen
Ilustradora- Teresa Olazabal Cabral
Editora- Figueirinhas



O livro “A Árvore” tem dois contos: “A Árvore” e “O espelho ou retrato-vivo”. Depois de ler a obra resolvi apresentar o resumo do último.


O espelho ou o retrato-vivo


Em tempos muito antigos viviam numa aldeia do Japão um casal que vivia feliz. Tinham uma filha pequenina e muito bonita que era o retrato vivo da sua mãe.
Moravam os três numa casa muito limpa e bonita. E aquele homem e aquela mulher queriam viver no sossego daquela casa com a filha.
Mas um dia o pai, que era negociante de chá, teve de ir a Kioto, capital do Japão, tratar de uns negócios. A mulher tinha muito medo que o marido fosse assaltado, ou adoecesse, sozinho numa terra desconhecida, ou até que se perdesse no caminho, pois kioto era muito longe. As viagens eram difíceis, demoradas e perigosas.
Entre quatro meses esse homem esteve ausente.
A mulher contava as semanas e os dias um a um. Até que um certo dia no fim da tarde, um vizinho bateu à porta.
E disse que lá num monte alto tinha visto o homem, o qual tinha estado a trabalhar nos 4 meses passados. Foi tanta alegria quando o homem apareceu à porta, até bateram palmas.
O homem trouxe bastantes presentes para a mulher e para a filha. Depois a menina foi-se deitar, e o homem ainda deu um outro presente à mulher, a mulher ficou curiosa.
O homem trouxe um espelho para a mulher, uma coisa nada conhecida naquela zona, a mulher, espantada, ficou muda, olhando para o espelho.
A mulher não entendeu aquilo como um espelho, mas sim como um retrato vivo, a mulher ficou maravilhada e nos dias seguintes não pensou noutra coisa se não no espelho. Depois guardou o espelho e nunca mais se viu nele.
À medida que a filha ia crescendo ia-se tornando cada vez mais parecida com a mãe. Mas, quando ela já tinha 15 anos, a mãe adoeceu e ninguém a conseguia curar.
A mãe já estava a pensar que ia morrer e resolveu contar à filha do espelho, ela disse à filha que quando morresse, para abrir a caixa e vê-la. Mas disse também que era um segredo para não revelar.
A mãe morreu e a casa ficou silenciosa e vazia!
Depois a rapariga lembrou-se do que a mãe lhe tinha dito e foi buscar o espelho, o rosto de sua mãe surgiu à sua frente. Ela sorriu e o espelho sorriu também, mas não era o rosto de sua mãe nos últimos tempos, era a mãe jovem e linda na sua infância.
Uma noite o pai estava a passear na varanda e da janela conseguiu ver a filha a olhar para o espelho que ele tinha dado à sua mulher uns tempos antes de morrer.
O pai entrou no quarto da filha e a filha explicou-lhe tudo. Levaram ali a noite.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Noites no Sótão

O João Duarte, nº17, do 6ºB, leu a obra "Noites no Sótão" de Maria Teresa Maia Gonzales" no âmbito do contrato de leitura.

Indicações bibliográficas da obra


Título – Noites no Sótão;
Autor – Maria Teresa Maia Gonzalez;
Ilustrador – Nuno Fonseca;
Colecção – Profissão: Adolescente;
Volume – Nº 15;
Nº da Edição – Nº1;
Editora – Difel.


Noites no sótão


O livro que eu escolhi fala de um jovem de 18 anos, ele é bonito, atraente e desportivo.
Quando o Dinis era criança passava muito tempo no sótão da sua casa, porque o seu pai era “bêbado” e, por vezes batia na mulher e nos filhos. No sótão, ele deixou muitas lágrimas e mágoas da sua vida.
Nos momentos difíceis Dinis contou com a ajuda de muitos amigos, um dos quais, o Duarte, acaba por o ajudar, quando um dia o pai veio do café bêbado e bateu na mulher e nos filhos, partindo o maxilar inferior da mãe com um murro e ao filho, o Tó Bé, provocou várias nódoas negras.
O Dinis revoltado com toda aquela situação, decidiu colocar o seu pai em tribunal.
A mãe dele, com o medo que tinha do marido acabou negando o que tinha acontecido.
Foram acontecendo várias cenas de violência, até que os avós maternos disseram que a família, excepto o pai, iriam para casa deles, que ficava em Alverca.
A partir daí o Dinis começou a trabalhar e a conciliar os estudos.
Os avós compraram-lhes uma casa e, com dinheiro que o Dinis ganhava e a mãe conseguiam pagar as despesas.
Finalmente a mãe decidiu divorciar-se do marido e o Dinis conseguiu viver em paz com uma namorada, a Maria, uma rapariga meiga e adorável.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Vem aí o Zé das Moscas

No âmbito do contrato de leitura os alunos fizeram o resumo das obras lidas. A partir de hoje vou deixar aqui alguns dos resumos.

O Zé das Moscas andava sempre com as moscas atrás dele a zumbirem. Zzzzzz, zzzzz... e já não podia mais! Um dia, decidiu que tinha de resolver o seu problema e lá foi ele à procura da cura.
Foi falar com várias pessoas importantes na sociedade: o médico, o comandante da polícia, o advogado e o veterinário, mas nenhum destes o conseguiu ajudar, pelo contrário parecia que até se riam dele, em vez de o tentarem ajudar a encontrar uma solução para o problema dos zumbidos.
O veterinário disse-lhe para procurar a ajuda do juiz da cidade. Podia ser que ele lhe resolvesse o problema. Quando chegou ao pé do juiz, explicou-lhe a situação, mas este já sabia o que se passava, pois tinha acabado de almoçar com as pessoas a quem o Zé já tinha recorrido, e que o informaram de tudo.
O juiz aconselhou-o a matar as moscas e passou-lhe até uma licença, onde o autorizava a matá-las, uma vez que não se deve fazer isso, pois isso é um crime e pode-se ir preso.
O Zé das Moscas ouvia sempre o que as outras pessoas diziam e aconselhavam e fez o que o juiz lhe disse. Assim, como viu uma mosca em cima da cabeça do juiz, matou-a. Acabou por deixar o juiz a ouvir os zumbidos e ele curou-se.

Resumo elaborado por Luís Caetano 6ºB

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Resposta ao desafio desta semana

Olá amiguinhos, o nosso Luís Caetano foi mais uma vez o primeiro a responder ao nosso desafio.

Parabéns Luís!!!! Continua a participar.



Diálogo com:

Sr.Correia e a sua esposa

- Está?

-Está? És tu, Susana?

-Sou eu mesmo? Que há?

- Nada, é só para saber se queres ir esta noite ao Tivoli.

-Dizem que o filme é muito bom. Estás interessada?

-Se estou... Acho que tiveste uma óptima ideia. Oxalá arranjes bilhetes.

-Penso que sim, é segunda-feira...

-Tens razão, normalmente às segundas- feiras há pouca gente.

-Está pronta às 8.

-Está descansado. Estarei pronta.

-Então, até logo.

-Até logo, querido.

Diálogo com:

Mário e Carlos

- Está?

-O Carlos está?

-Está sim. - Quem fala?

-Sou eu, o Mário. Como vai isso?

-Óptimo! -E tu que tens feito?

-Tenho andado com muito trabalho esta semana. Tive um ponto de Português e outro de Matemática.

-Então talvez agora nos pudéssemos encontrar.

-Claro. Podia lá faltar!

-É por isso que te telefono. Amanhã vem cá o António e o Diogo e gostava que tu viesses também.

- Pode ser?

-Está óptimo. Saio da escola às 3.

-Vai ser uma tarde bem passada. Tirei umas fotografias para um trabalho de Ciências e gostava de ouvir a tua opinião. A que horas podes vir?

-Por volta das 4 horas. Está bem?

-Então está combinado. Até amanhã, Mário.

-Até amanhã, Carlos. Cá te espero às 4.


quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A Família dos Ds

Mais uma contribuição de um aluno, desta feita foi o nosso amiguinho Diogo Santos, do 6ºB, que enviou o seu texto. Obrigada Diogo. Continua a participar!!!!!


Dina é o nome da minha tia. Domingos é o nome do meu tio, irmão do meu pai que se chama Dimas. Tenho um avô Diogo e uma avó Dilar. A minha mãe chama-se Débora e os pais da minha mãe chamam-se Duarte e Diolinda. Mas há mais: há a minha prima Daniela, a tia Denise, casada com o doutor Dias, as minhas primas Dalila e Diana e a minha irmã Dália, que ainda é muito pequenina para saber o nome. Quem assim fala dos seus parentes, todos da distinta família dos Ds grandes, é o D ainda pequeno – Chamo-me Dinis -diz ele - era para ser Carlos, calculem! Mas o meu avô Diogo, quando isto ouviu, segredou ao meu tio Dias e o meu tio Dias segredou à minha prima Dalila e a minha prima Dalila segredou ao meu tio Domingos que deu um encontrão ao meu pai que se preparava para escrever Carlos no livro de registo, e disse-lhe em voz alta “Carlos é com C. O rapaz tem de ter um nome começado por D, ou já te esqueceste?” O meu pai ficou muito corado e então escreveu por cima “Dinis”. E Dinis fiquei.

Sou do Douro, mas podia ter nascido num distrito qualquer ou na Dinamarca, quem sabe… Ainda gostava de lá ir um dia.


Diogo Santos

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

A família dos Ls


Mais uma vez o nosso amiguinho Luís Caetano, do 6º B, foi o primeiro a participar no desafio proposto para esta semana. Muito obrigada Luís.

ficamos à espera das restantes participações. Todos os textos enviados serão publicados.



A Família dos Ls


- Luísa é o nome da minha tia. Leonardo é o nome do meu tio, irmão do meu pai que se chama Lopes. Tenho um avô Lourenço e uma avó Lurdes. A minha mãe chama-se Lina e os pais da minha mãe, Lucas e Lúcia.Mas há mais: há a minha prima Lucília, a tia Leonor, casada com o Doutor Luciano, as minhas primas Lena e Lídia a minha irmã Liliana, que ainda é muito pequenina para saber o nome.Quem assim fala dos seus parentes, todos da Leal família dos Ls grandes, é o L ainda pequeno- Chamo-me Luís - diz ele. - Era para ser Manuel, calculem!Mas o meu avô Lourenço, quando isto ouviu, segredou ao meu tio Luciano e o meu tio Luciano segredou à minha prima Lena e a minha prima Lena segredou ao meu tio Leonardo e o meu tio Leonardo deu um encontrão ao meu pai, que se preparava para escrever Manuel no livro do registo, e disse-lhe em voz alta: "Manuel é com M, homem! O rapaz tem de ter um nome começado por L.” " O meu pai ficou muito corado e então escreveu por cima: "Luís". E Luís fiquei.Sou de Lisboa, mas também podia ter nascido numa localidade qualquer ou em Luxemburgo, quem sabe... Ainda lá gostava de ir, um dia, de lambreta, claro.Hão-de estranhar que tenha nascido em Portugal, que não começa por L, mas não se esqueçam que está situado na Península Lusitana, pois então?Nunca me perco. E não julguem que sou louco. Antes pelo contrário, tenho muitas lembranças e algumas fixas.Por exemplo: gostava, quando for grande, de ser lenhador. Luís, O lenhador imbatível, legível, ladino! Isto num grande cartaz luxuoso. Claro que é tudo luzidio, faculdade de que não sou desprovido, podem crer.Devem talvez achar a minha conversa uma tontice da loucura, uma lenda, uma manifestação de lei. Acham que falo caro, que falo letrado? Talvez.Conheço como os meus dedos todas as palavras do dicionário começadas por L.De lápis espetado aprendi a ler todas elas. Perguntem-me o que é lapiseira. Eu sei. O que é leira. Eu sei. O que é leilão. Eu sei. Sou o sábio dos Ls. Tanto assim que, quando em pequeno me perguntavam o alfabeto, eu recitava assim: L, A,B,C,D,E,... Porque é que o A há-de ser o primeiro?Lebre e leão começam por L, tal como eu.E, por favor, não me chamem leitor!

Luís Caetano- 6º B